26.7.14

batalhar

Ainda uso todas as minhas armas e tu já nem estás no campo de batalha. Desta guerra que me ilude, que tanto me aqueceu e tanto me destruiu. Aqui, respiro o amor que restou, vivo das memórias e dos cravos vermelhos que me deixaste. Símbolo de batalhar, de vitória e amor. Tu partiste sem avisar, sem dizer adeus, sem nada. Ainda assim, continuo aqui, à espera que voltes. Rendi-me a ti, meu cavaleiro, sei lá eu por quanto tempo.

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