Agir de acordo com o coração, mesmo quando o medo de ser só mais uma ilusão insiste em persistir.
ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı run for your love ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı
14.1.15
oração
Quando digo "que seja o que Deus quiser" e ponho a minha vida nas mãos Dele. Quando acredito que só Ele saberá sempre o melhor para mim, aconteça o que acontecer. O que tiver que dar certo, dará. Se der errado, terei quem me levante. Isto é fé. É oração.
6.1.15
parque
Quando os parques de diversões ainda faziam sentido e eu era tão, tão feliz. Saudades da infância e de ver tudo em tão pouco.
sequência
Das sequências que criámos, a mais bonita é aquela em que abres os braços e os envolves no meu corpo, assim. E no melhor dos abraços estamos nós. Só nós.
sentido
Há tempos aqui disse que a vida sem amor nem é doce nem amarga. E não é que agora tudo tem mais sentido? Ai, o amor, o amor.
3.1.15
1.1.15
presente
Que o nosso presente seja ainda melhor no nosso futuro e que dois mil e quinze nos traga muito amor. É o que desejo. Para ti, para mim e para nós.
activa
Ser activa nesta vida como se o mundo acabasse amanhã. Como se todas as portas se estivessem sempre a fechar, mas onde ainda há uma esperança pequenina. E que essa esperança não falte, para que sejamos todos um bocadinho mais felizes.
31.12.14
30.12.14
28.12.14
xeque-mate
Como se amar fosse um jogo de xadrez, onde não há xeque-mate que nos atrapalhe, porque o jogo continua e o nosso está longe de acabar.
27.12.14
tulipa
Tantas são as tulipas que, juntos, decidimos plantar, neste jardim que agora é tão nosso. Deste jardim que me prende, que trato com todo o meu carinho. Deste jardim que há-de florir com tanto amor como aquele que cresce em nós. E que não tenhamos medo das tempestades que por aí possam vir, porque, sabes, mais tulipas virão também.
pão
Lembro-me dos meus tempos de infância, em casa da minha avó, onde a minha tia chegava ao fim do dia com pão quentinho e eu ia a correr pôr manteiga. Era o melhor pão do mundo.
25.12.14
salsisha
Sou fã de refeições para estudantes e passo o tempo a comer salshicas com esparguete e ovos mexidos. Mas hoje, não há salsishas aqui. Em dia de natal, a refeição é perú feito pelo chefe da casa, a quem eu chamo de pai. O coitado do perú sabe mesmo bem. Não sei se é dos prilimpimpins mágicos do meu querido pai ou se é mesmo do amor com que ele o faz. Estou aqui a pensar se daqui a uns natais não serei eu a servi-lo, com o mesmo amor com que ele nos serve a nós. Estamos todos tão bem que enchemos esta casa do amor mais bonito que pode haver. E com que facilidade passei eu de salsishas a perús e de perús a amor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
