Não gosto de frases feitas, nem de morais de histórias.
Acredito em sonhos, venero o improvável. Gosto daquela sensação de
perder o fôlego, de sentir borboletas na barriga. Coração preenchido e
livre ao mesmo tempo. Gosto de rir até me doer a barriga. Sou inconstante. Mudo de humor muito rapidamente. Tenho a capacidade de afastar as pessoas e sempre que me aproximo de alguém fico muito assustada.
Quando me entrego, é de corpo e alma. Ou é tudo, ou nada. Eu também não
gosto de meios termos. Choro em silêncio e parece que sou dada a
lágrimas. E logo eu, que adoro sorrir constantemente. Mas, a vida tem destas coisas. Também posso ser o preto e o branco,
só que ainda não consegui perceber se sou mais preto que branco ou mais
branco que preto. E sabem, maravilhoso é saber viver:
aprendi que, quando menos esperemos, algo mágico acontece. "Sou isto hoje, amanhã já me reinventei."

"Quando me entrego, é de corpo e alma. Ou é tudo, ou nada." oh, sou tão mas tão igual! para mim não há meios, há apenas extremos. ou amo ou odeio, ou desejo ou repugno. um beijinho:)
ResponderEliminarsou tão assim! adorei <3
ResponderEliminarSofres do sindrome da zebra: não sabe se é preta com riscas brancas, se é branca com riscas pretas. xD
ResponderEliminarTirando esse pormenor, escreves bem e bonito. :-)
gosto tanto do que escreves...
ResponderEliminarsim, concordo contigo, aos olhos do amor e da amizade nada é impossível, tudo advém destes dois sentimentos e eu diria mesmo que são eles que nos dão alento. um bom domingo princesinha, e um beijinho:)
ResponderEliminarinfelizmente sei minha querida. Mas depois há qualquer coisa doce em repetir os maus actos e as tristezas através do exercício da escrita. A beleza também está na dor :) Um beijinho quente*
ResponderEliminaradorei *.*
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